No dia 4 de março domingo as 16 horas no centro cultural
Rua: acura 146 P.M
Com apresenta das bailarinas:
Khalida Zareen
Luana Mahasti Zareen
Mahaila Zareen
Escrito por Walerio Gomes
O
terceiro filme da franquia de Alvin
e os Esquilos liderou as bilheterias neste primeiro fim de
semana após o Ano Novo. A animação, lançada em 553 salas, atraiu
744 mil espectadores e arrecadou R$ 7,7 milhões entre sexta-feira e
domingo. Somando-se os resultados das pré-estreias, realizadas a
partir do feriado de Natal, o público do filme já ultrapassou a
marca de 1,3 milhão de espectadores.
Imortais, líder do fim de semana passado, passou para a segunda
posição, com R$ 5,3 milhões de arrecadação no fim de semana. Com
1,3 milhão de público, o longa tem bilheteria acumulada de R$ 17
milhões, seguido de Missão:
Impossível - Protocolo Fantasma, em terceiro, com R$ 18 milhões
de bilheteria acumulada e 1,8 milhão de ingressos
vendidos.
A
despeito das críticas negativas, o primeiro grande lançamento
nacional do ano, a comédia As
Aventuras de Agamenon, O Repórter estreou em quarto lugar,
com renda de R$ 2,3 milhões e público de 201 mil. Se depender do
boca-a-boca, no entanto, o longa deve perder posições no ranking
rapidamente. Dezenas de leitores escreveram
ao Cineclick se
dizendo decepcionados com a comédia estrelada pelos
Cassetas Hubert e Marcelo
Madureira.
Cavalo de Guerra, drama de Steven Spielberg, estreou em sexto
lugar, com renda de R$ 861 mil e 65 mil ingressos vendidos,
enquanto A Guerra Está Declarada, canditado francês a uma indicação
ao Oscar de Melhor Filme Estrangeira, estreou em 14º, com renda de
R$ 46 mil e 3,4 mil espectadores.
A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 passou de
sete milhões de ingressos vendidos, superando a marca de Eclipse (6,3
milhões), o que o transformou no filme da franquia mais visto no
país.
Confira abaixo as
10 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil:
1. Alvim
e os Esquilos 3 - R$ 7,7 milhões
2. Imortais -
R$ 5,3 milhões
3. Missão
Impossível: Protocolo Fantasma - R$ 3
milhões
4. As
Aventuras de Agamenon, O Repórter - R$ 2,3
milhões
5. Gato
de Botas - R$ 1,7 milhão
6. Cavalo
de Guerra - R$ 861 mil
7. A
Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1 - R$ 415
mil
8. Compramos
um Zoológico - R$ 329 mil
9. Tudo
pelo Poder - R$ 230 mil
10. A
Fera - R$ 80 mil
As informações são do site yahoo
Mais um dique se
rompeu no norte do Estado do Rio de Janeiro, obrigando as
autoridades a iniciar a remoção às pressas de cerca de mil pessoas
na noite de domingo no município de Cardoso Moreira, no norte
fluminense, segundo a Defesa Civil.
O
dique do Onça se rompeu no fim da tarde de domingo por causa da
força das águas do Rio Muriaé, que corta a região. Com as chuvas de
verão na área este ano, o nível do rio subiu bastante e a água
invadiu uma área rural da cidade conhecida como Outeiro, onde vivem
cerca de mil pessoas.
Equipes do Exército e da Defesa Civil estão desde domingo à noite retirando as famílias do local e levando para barracas e abrigos improvisados. "Estão todos colaborando na remoção dessas pessoas. Ainda hoje a região deve ficar totalmente alagada", disse à Reuters nesta segunda-feira o coordenador da Defesa Civil de Campos, Henrique Oliveira.
Neste fim de semana voltou a chover no Estado do Rio aumentando o clima de desespero e apreensão nas regiões norte e no noroeste. Houve desabamentos e deslizamentos.
Na quarta-feira passada, um dique na rodovia BR 356 também se rompeu com a força da chuva, abrindo uma cratera de mais de 20 metros na via e inundando a localidade vizinha de Três Vendas, na cidade de Campos, também no norte fluminense.
Cerca de 4 mil pessoas ficaram em situação de risco e foram orientadas a sair de suas casas inundadas pela água do rio. No entanto, com medo de saques e furtos, muitos decidiram ficar em casa. A localidade de Três Vendas fica perto da região de Outeiro, de Cardoso Moreira.
Segundo a Defesa Civil, o Estado tem mais de 10 mil desalojados (pessoas fora de casa) e cerca de 2 mil desabrigados. Até agora uma pessoa morreu em decorrência da chuva.
Ao menos sete cidades do Rio de Janeiro, entre elas Cardoso Moreira e Campos, decretaram estado de emergência em razão da chuva deste começo de ano.
O governo federal deve anunciar nesta segunda-feira um plano para minimizar os efeitos das enchentes e da estiagem que afetam regiões do Brasil.
Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff se reunirá nesta segunda-feira às 10h em Brasília com o grupo de ministros responsáveis por ações de enfrentamento às chuvas. O objetivo é fazer um balanço das medidas adotadas na última semana e planejar as próximas ações, de acordo com o Planalto.
(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier; edição de Maria Teresa de Souza)
A primeira semana de 2012 comprovou que o Brasil mantém o posto de queridinho dos investidores globais. Bastou uma pausa nas preocupações com a Europa para o País se destacar. Nos cinco primeiros dias úteis do ano, o Tesouro Nacional e duas empresas privadas captaram juntos US$ 2,6 bilhões no mercado externo. Se fosse mantido pelas outras 51 semanas do ano, seria um ritmo três vezes superior ao de 2011, quando as emissões atingiram US$ 38,5 bilhões.
Trata-se apenas de um cálculo indicativo, pois ninguém se arrisca a estimar por quanto tempo essa janela de oportunidade vai se manter aberta. A razão? As turbulências na Europa. Executivos alertam que, de fevereiro a abril, os países que tiram o sono dos investidores - Espanha, Itália, Portugal e Grécia - terão altos volumes de dívida para refinanciar. Ou seja, um leilão malsucedido de italianos ou espanhóis seria suficiente para azedar o clima.
“Em termos relativos, o Brasil está melhor do que a maioria dos europeus, inclusive a França”, observou o diretor executivo da Ashmore Brasil, Eduardo Câmara. “Mas, para o País nadar de braçada, é preciso que a situação europeia seja definida.” A Ashmore é uma gestora internacional especializada em emergentes, com ativos de US$ 60 bilhões.
Quando Câmara fala em nadar de braçada, refere-se à possibilidade de o otimismo deste início de 2012 se espraiar para outros mercados, como o de ações. Por enquanto, o segmento em que o Brasil aparece bem é o de emissão de dívidas. Como lembra o vice-presidente da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), Alberto Kiraly, esse é o mercado que costuma reagir primeiro quando a confiança melhora.
Por isso, ao menos por ora, não se espera que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) seja inundada de recursos externos - a despeito da entrada de mais de R$ 600 milhões de dinheiro estrangeiro entre 2 e 4 de janeiro. “Vamos ver se se trata de um movimento mais duradouro e amplo quando empresas de menor porte também acessarem o mercado”, ponderou a diretora-geral da Fator Administração de Recursos, Roseli Machado.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
O governo quer lançar este ano um pacote popular de celular e internet para consumidores de baixa renda. A ideia é que as operadoras vendam planos de serviços no valor máximo de R$ 30 por mês, que darão direito a fazer uma quantidade razoável de ligações pelo telefone móvel para qualquer operadora e usar a banda larga pelo aparelho.
"A ideia é que as pessoas possam ligar para outras operadoras, pois franquia para números da própria empresa elas já dão", disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
Para contratar o pacote, o usuário precisa receber algum benefício social do governo, ou seja, estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). A proposta está sendo desenvolvida pelo Ministério junto com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
As operadoras já foram sondadas. "Vamos definir no governo a proposta e chamar as empresas para negociar os parâmetros mínimos que aceitaremos", afirmou Bernardo.
A iniciativa do governo, segundo o ministro, busca promover a universalização do serviço para os consumidores que estão de fora da inclusão digital, por não terem condições de pagar nem mesmo o valor de R$ 35 por mês para o pacote de internet de um mega de velocidade comercializado no âmbito no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).
"Estamos estudando como a gente pode fazer para ter um pacote de serviços tanto de telefone quanto de internet por um preço mais reduzido, de maneira que todo mundo possa usar o serviço", ressaltou Bernardo.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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